quinta-feira, fevereiro 08, 2007

Conferências-debate "Os problemas de Lisboa"


Venho por este meio divulgar o programa de uma série de Conferências-debate sobre "Os problemas de Lisboa", que irão ocorrer no café Nicola (Chiado).

Na imagem podem ler o programa, sendo que julgo ser uma iniciativa de acompanhar e participar!!

sexta-feira, dezembro 01, 2006

Sessões de diagóstico participado - Programa K'CIDADE



O programa K'Cidade marcou uma sessão de diagnóstico participado, destinado aos moradores da Rua Fernando Gusmão para o dia 05 de Dezembro às 20.30 e para os moradores da Quinta do Grafanil no dia 06 de Dezembro também pelas 20,30.

O Programa K’CIDADE para a Ameixoeira é um programa da Fundação Aga Khan Portugal em conjunto com diversos parceiros de desenvolvimento.

A sua área de intervenção é a freguesia da Ameixoeira e, em particular, as áreas de realojamento assim como os bairros mais antigos do Grafanil, Torrinha, Alto do Chapeleiro e parte das Galinheiras, e as áreas contíguas como sejam a chamada zona 5 (Rua Fernando Gusmão) e o Empreendimento das Galinheiras (aka Empreendimento da Qtª. do Grafanil).

Os três eixos do programa são a Educação (escolaridade, qualificações, promoção de competências, trabalho entre pares), o Emprego (empregabilidade e empreendedorismo, melhoria e constituição de negócio) e a Cidadania (cidadania e participação, segurança, relacionamento inter-cultural, relações de vizinhança e ambiente social)

A participação dos moradores é de extrema importância para a percepção da realidade da zona onde residimos, bem como expormos os nossos problemas e sugestões, pelo que apelo à participação dos moradores.



quarta-feira, novembro 01, 2006

Importância do recenseamento

Apesar de estarmos a falar de um universo de 910 fracções nos dois empreendimentos, esta realidade não se repercute em termos reais junto das entidades oficiais, caso os residentes não efectuem o recenseamento na Junta de Freguesia da Ameixoeira.

Desta forma, e de modo a conseguirmos uma maior importância nos dados oficiais da zona, chamo a atenção a todos os residentes para a necessidade de efectuar o recenseamento.

É um acto administrativo rápido, bastando para isso deslocarem-se à sede da Junta de Freguesia da Ameixoeira, cujo horário de atendimento é das 10.00 às 18.15.

localização

Só para dar uma ideia da importância do recenseamento, a freguesia da Ameixoeira tinha, segundo os últimos dados oficiais, cerca de 9400 eleitores.

Caso todos os residentes constem dos registos oficiais da Junta, e se tomarmos em consideração uma média de 2 adultos por fracção, atingimos o número de 1820 novos eleitores, ou seja um aumento de quase 20 %, só à conta dos nossos bairros.

Com esses dados oficiais, a nossa luta por melhores condições de vivência nos bairros adquire uma base oficial em termos do impacto na zona provocado pelos nossos Empreendimentos, dando-nos mais força junto das diversas entidades.

quarta-feira, outubro 25, 2006

Abaixo Assinado na Alta de Lisboa

Numa fase em que estamos a ultimar dois abaixo-assinados para fazer chegar a diversas entidades, o excelente blog Viver na Alta de Lisboa está também a organizar um abaixo-assinado, com especial enfoque nas questões de mobilidade e acessibilidade da Alta de Lisboa.

Toda e qualquer melhoria em termos de acessibilidade que ocorra na zona de intervenção da Alta de Lisboa (que, como sabemos, se situa paredes meias com os nossos empreendimentos), ir-se-á repercutir favoravelmente na nossa zona, pelo que convido todos a participarem no abaixo-assinado, bem como efectuar a sua divulgação pelos meios ao alcance).

Junto se transcreve o texto integral do abaixo-assinado, que pode ser encontrado AQUI:

Exmos. Senhores
Presidente António Carmona Rodrigues,
Vice-Presidente Carlos Miguel Fontão de Carvalho,
Vereadora Marina Ferreira,
Vereador Pedro José Del-Negro Feist,
Vereadora Gabriela Seara,
Vereador António Manuel Pimenta Prôa,
Vereador José Manuel Amaral Lopes,
Vereador Sérgio Lipari Pinto,
Vereadora Maria José Nogueira Pinto,
Vereador Manuel Maria Carrilho,
Vereador Nuno Gaioso Ribeiro,
Vereadora Natalina Moura,
Vereador António Manuel Dias Baptista,
Vereadora Isabel Seabra,
Vereador Ruben Luís Tristão de Carvalho e Silva,
Vereadora Rita Conceição Carraça Magrinho,
Vereador José Sá Fernandes,

Mais uma vez a Alta de Lisboa, projecto urbanístico pensado de raiz, exemplo infelizmente escasso em Portugal, foi usado como trunfo e com orgulho pela CML para mostrar obra feita, um ano após a tomada de posse, em directo na TSF, na manhã de segunda-feira, dia 23 de Outubro de 2006.

Sabem concerteza V. Exas que a Alta de Lisboa é um projecto no qual a CML sempre teve um papel importante, por ter lançado a ideia nos anos 80, pelo então presidente Eng. Krus Abecassis, e por ser também não só um agente regulador da construção, como também um elemento preponderante para o evoluir do projecto por lhe caber a si a obrigação da compra ou expropriação dos terrenos necessários para a construção de prédios, vias rodoviárias, parques verdes, equipamentos e escolas, no âmbito do contrato inominado entre CML e SGAL.

O sucesso de um projecto com a dimensão da Alta de Lisboa, será sempre associado à CML, para o bem e para o mal. E vendo que a CML tem aproveitado promover-se, sempre que pode, mostrando "obra feita" na Alta de Lisboa (mesmo que tenha sido a entidade privada com quem se associou a fazer a mesma obra), parece-nos injusto esquecerem-se e adiarem imbróglios burocráticos que não se justificam face aos prejuízos que causam a todos os munícipes que V. Exas. representam.

Neste momento residem nesta zona de Lisboa cerca de 20000 moradores. Por diversos atrasos, as vias rodoviárias estruturais desta zona, Eixo Norte-Sul e Av. Santos e Castro e Eixo Central, estão inacabadas e ainda inutilizáveis, pelo que as vias de acesso a toda esta grande área urbana se reduzem a 4 ou 5 estradas de uma faixa de rodagem para cada lado. O trânsito é caótico nas horas de ponta, diminuindo a qualidade de vida de todos.

Sabemos que apostar num projecto em construção implica ser-se paciente com o tempo natural que demora uma cidade a construir-se e a cristalizar-se, mas não é isto sinónimo de ser-se tolerante com atrasos burocráticos que penalizam ainda mais quem ajudou e acreditou num projecto patrocinado e dinamizado pela CML.

Assim consideramos urgente a resolução dos seguintes pontos:

1. Concretização dos acordos já conseguidos entre CML e proprietários dos Armazéns Ruela para a compra dos terrenos necessários para a construção da Rotunda Este da Av. Santos e Castro.

2. Aprovação final do empreiteiro que irá construir a Porta Sul, a ligação entre a Av. Santos e Castro e a 2ª Circular, essencial para a ligação ao resto da cidade.

3. Transferência do actual Centro de Saúde, que ocupa um barracão sem as condições mínimas que qualquer um dos Srs. exigiria no tratamento de um vosso familiar, para o recentemente construído numa das lojas do Condomínio da Torre. Esta transferência está adiada há cinco meses também por pormenores burocráticos. A libertação do terreno ocupado pelo barracão é necessária para a se avançar com o tramo central do Eixo-Central, ex-libris da Alta de Lisboa, continuação das Avenidas de Lisboa.

4. Celeridade na deslocação dos moradores de Calvanas para as novas casas já concluídas, projecto do Arqº. Frederico Valsassina, o que irá possibilitar o avanço da Av. Santos e Castro, a construção do tramo sul do Eixo Central e a construção de mais um espaço verde para a cidade de Lisboa, o Parque Sul.

Cada um de nós tem um papel diferente nesta enorme peça de teatro, mas é saudável que queiramos todos desempenhá-lo o mais competentemente possível. Não imaginamos a ordem de grandeza de preocupações que o vosso papel implica, na quantidade de solicitações que vos esquarteja, mas parecem-nos ser estes alguns dos processos adiados por inércia que, a cada dia que passa, aumentam o prejuízo para todos. Não se justifica por isso adiar o inadiável.

Confiando na vossa boa fé, determinação, capacidade de reacção e competência, desejamo-vos a todos sucesso para a continuação dos vossos mandatos e que nunca nos esqueçamos, todos, do que é construir uma cidade, do que é buscar qualidade de vida, do que é servir a causa pública.

Os nossos melhores cumprimentos,

os munícipes de Lisboa abaixo assinados”

segunda-feira, outubro 16, 2006

Insegurança na Rua do Grafanil

Derivado dos atropelamentos ocorridos na zona dos Empreendimentos e tendo em vista a necessidade de pressionar as entidas competentes (mais uma vez a CML), remeti um email para a CML com o seguinte teor:

"Venho por este meio solicitar a Vossa Melhor Atenção sobre o assunto que venho expôr:

Na Rua do Grafanil, na freguesia da Ameixoeira, têm-se sucedido os atropelamentos, muitas vezes resultando em vitimas mortais. Nesta artéria os veículos deslocam-se em alta velocidade, sendo que a situação agrava-se na Zona do Quartel da GNR do grafanil que se situa entre duas curvas de reduzida velocidade, onde se situa uma paragem de autocarros.

Desta forma, venho por este meio solicitar aos serviços camarários o seguinte:

- Instalação de estruturas físicas de redução de velocidade em toda a recta que antecede a curva do Quartel do grafanil (no sentido ascendente) e depois da curva que antecede o Quartel (no sentido descendente)
- colocação de passadeiras junto à paragem de autocarros do Quartel do Grafanil
- repavimentação da rua em frente à paragem de autocarros do Quartel do Grafanil, que apresenta um acentuado desnível, que coloca em perigo as viaturas e os peões.

melhores cumprimentos

Joao Pinto"

Mais uma vez apelo a todos os vizinhos para endereçarem emails ou cartas para a CML no sentido de pressionarmos esta entidade a corrigir as anomalias detectadas.

Não posso deixar de referir também a excelente missiva que o vizinho Pcjaba (nick do Forum) remeteu, podendo o texto ser encontrado neste tópico: .

sexta-feira, setembro 29, 2006

Assembleia de Freguesia da Ameixoeira - 28-09-06

Ora boas tardes a todos!
Ontem, (28-09-2006), teve lugar a reunião ordinária da Assembleia de Freguesia da Ameixoeira que contou, como sempre com a presença do executivo da Junta.
Como é norma nestes órgãos de gestão autárquica, existe um período de aproximadamente 30 minutos para intervenção do público em geral.
Esta informação foi-nos transmitida pela vizinha e membro do nosso fórum, Malakua, sendo que estiveram presentes, para além de nós e da Malakua, a Rosário Santos a Filipe e a Paula Marques.
No período para a intervenção do público fiz uma pequena exposição sobre os nossos Empreendimentos, com as seguintes linhas principais de orientação:
- Posicionamento dúbio da Câmara Municipal de Lisboa, com um comportamento totalmente alheio aos problemas dos residentes, apesar de ter utilizado os empreendimentos como propaganda política, sendo este comportamento totalmente inaceitável por parte da CML. Salientei também as aberrações arquitectónicas de alguns prédios (nomeadamente das Galinheiras) que foram aprovadas pela CML.
- Sendo a Junta de Freguesia o órgão de gestão autárquica que mais proximidade tem com a população local e tendo em atenção que a presidente da Junta de Freguesia participa na Assembleia Municipal e tem contactos privilegiados com o executivo municipal, deverá ser a Junta de Freguesia a assumir uma posição preponderante no processo de tentativa de resolução dos problemas dos Empreendimentos, nomeadamente através da pressão que a exercer junto das entidades competentes.
- Em relação aos problemas globais dos empreendimentos, foquei o problema da insegurança, nomeadamente na questão do vandalismo. Neste ponto falou também a nossa vizinha Malakua, salientando os aspectos ligados a este fenómeno. Também salientei as promessas publicitadas pela CML e que não foram ainda cumpridas, nomeadamente em relação aos ATL’s, creches, espaços verdes e esquadra de polícia.
- Por último, deixei a sugestão de se criar um grupo de trabalho constituído por elementos da Junta de Freguesia e por moradores dos empreendimentos, de modo a acompanhar, através de reuniões regulares, a evolução dos Empreendimentos e analisar a melhor forma de tentar solucionar os problemas existentes.
- A Presidente da Junta referiu que tinha conhecimento de alguns dos problemas focados e que iria acompanhar a situação. Referiu ainda que o PAT (Programa de Acção Territorial) das Galinheiras e Ameixoeira iria, num futuro próximo, modificar positivamente toda esta zona, através de uma reformulação urbanística da zona.
Foi deliberado que fosse solicitada a presença da vereadora do urbanismo da CML, Gabriela Seara numa Assembleia Extraordinária da Junta, de modo a apresentar o PAT e debater o futuro da zona e os projectos que lhe estão associados. A população será avisada, com a preocupação de informar concretamente os munícipes que ontem intervieram.
Ontem, quando tive conhecimento da reunião, escrevi um pequeno resumo das questões principais dos Empreendimentos, que foi entregue a todos os elementos do Executivo e da Assembleia de Freguesia. Reconheço que está incompleto e provavelmente com algumas deficiências de escrita, mas o tempo era muito escasso, e penso que o importante era distribuir essa informação na Assembleia.
Eis o texto integral da exposição:
"Concluído que está o Empreendimento das Galinheiras e Ameixoeira, existem alguns aspectos que merecem a nossa atenção, quer em termos presentes, quer perspectivando o futuro da zona, nomeadamente a nível da insegurança da zona, que gostaríamos de transmitir aos ilustres membros da Assembleia de Freguesia e do seu executivo:

A) Derivado do incremento populacional causado pela construção do Empreendimento das Galinheiras e Ameixoeira, e tendo em atenção a zona problemática em que se inserem, julgamos ser importante a efectiva acção da Junta de Freguesia e da CML junto das entidades competentes (e também a maior mobilização da Polícia Municipal) no sentido de reforçar a segurança da zona de influência dos Empreendimentos, nomeadamente através do policiamento permanente com efectivos policiais e a construção da tão prometida esquadra. Diariamente observam-se fenómenos de violência e vandalismo nos empreendimentos, que resultam num clima de medo e de insegurança, bem como danos materiais elevados, quer nos imóveis, quer na propriedade móvel.
É certo que a CML deixou completamente ao abandono os Empreendimentos e seus moradores, no que diz respeito à criação de condições de segurança para a instalação de uma população jovem e distinta da que habitava a zona. Caberá também à Junta de Freguesia um papel importante no desenvolvimento da zona e da segurança dos seus residentes.
Também é evidente que algumas aberrações arquitectónicas praticadas pelo promotor da obra e aprovadas pela CML potenciam a insegurança e o vandalismo, tais como:
-As aberturas para o exterior das escadas dos prédios em banda e das laterais dos prédios em quarteirão (muito importante) e a ausência de protecção de algumas janelas dos edifícios em quarteirão (ambas na Quinta do Grafanil/Empreendimento das galinheiras)
-Entulho junto aos prédios que servem como arma de arremesso contra os mesmos (empreendimento da Ameixoeira).
Todavia, os proprietários das 910 fracções dos dois empreendimentos necessitam de apoio para que consigam definitivamente viver uma vida normal e com o mínimo de segurança pessoal.

B) Apesar de já existirem contentores do lixo nas ruas a recolha dos resíduos não tem sido efectuada com a necessária regularidade, ocasionando a acumulação excessiva de resíduos sólidos na via pública, facto ainda mais preocupante numa altura em que ainda não se encontram a habitar no empreendimento todos os habitantes, derivado de ainda se estar num período de efectivação de escrituras.Por outro lado, os contentores estão colocados em espaços "roubados" ao estacionamento automóvel e não em locais devidamente construídos para o efeito.Não existem ecopontos em quantidade suficiente para as necessidades dos moradores, bem como é necessário providenciar o reforço dos contentores do lixo e da sua recolha

C) Conjugação de esforços com a Carris para reforço das carreiras na zona, nomeadamente com a implementação de um percurso entre as Galinheiras, na zona da Quinta do Grafanil e do Empreendimento da Ameixoeira e o Metro da Ameixoeira e Lumiar, visto que, em hora de ponta, a oferta da carris pura e simplesmente não satisfaz as necessidades dos utentes.

D) Efectiva articulação, em termos de acessos ao Empreendimento, com o nó viário do Alto do Lumiar do Eixo Norte-Sul, cuja configuração final ainda não conhecemos. Parece-nos que será importante existir a preocupação por parte da Junta de freguesia e da CML em colocar de uma forma válida ao serviço da população das Galinheiras o nó do Alto do Lumiar.
Aliás, pelo que se nos afigura, o nó do Alto do Lumiar não terá qualquer saída, por agora, que sirva efectivamente toda a população do Alto do Lumiar, Ameixoeira e Galinheiras. Que informações tem a Junta de Freguesia sobre este assunto?Para além do referido neste ponto, é urgente esquematizar que outras vias de acesso estão projectadas para a zona do Empreendimento num futuro próximo?

E) Preocupação com a efectiva manutenção das áreas ajardinadas criadas no âmbito do Empreendimento, muitas das quais se encontram totalmente degradadas. Neste ponto, é urgente definir o âmbito da intervenção da Gebalis, visto que foi esta entidade que ficou com a manutenção das áreas verdes dos empreendimentos, sendo que, em nossa opinião, deverá ser a Junta de freguesia a realizar a respectiva manutenção.

F) Criação de espaços de recreação infantil (inexistentes actualmente) e jardins.

G) Acompanhamento e activação de esforços para a criação de escolas/ATL.

H) Estudo da possibilidade de construção de um campo desportivo para o desenvolvimento da prática do desporto, integrado que estaria num Empreendimento de população jovem.I) Temos em atenção as notícias divulgadas pela imprensa e no site da CML (http://www2.cm-lisboa.pt/?id_item=7635&id_categoria=11), sobre os espaços e equipamentos que acompanhavam o empreendimento, nomeadamente:"áreas de lazer", " equipamentos de apoio a idosos e crianças" e "dispor também de um jardim infantil, creches, além da edilidade estar a analisar com as entidades centrais a possibilidade de estender a rede de cuidados de saúde a esta zona. Acautelada está também a ligação para outras áreas da cidade, nomeadamente através da ligação ao eixo Norte/Sul".Desta forma, gostaríamos de ser informados sobre o estado actual destes projectos para o Empreendimento.

K) Qual é a situação actual relativamente à ocupação das lojas do Empreendimento e sua calendarização de abertura e para que sectores? Apesar de ser da responsabilidade do promotor a venda das lojas, julgamos que a Junta de freguesia terá todo o interesse em dinamizar comercialmente a zona.

L) Qual a situação da toponímia das ruas dos Empreendimentos e respectiva colocação de placas?

M) Por último, e não menos importante, que projectos marcantes para zona de intervenção dos Empreendimentos estão previstos para execução num futuro próximo (+/- 1 ano) e qual o estado actual do PAT (projecto de Acção Territorial) e do Projecto LUDA, e calendarização da sua execução?

Gostaríamos ainda de deixar a sugestão para a criação de um grupo de trabalho entre membros do executivo e dos moradores (2 da zona da Quinta do Grafanil e 2 da Zona da Rua Fernando Gusmão), com reuniões ordinárias periódicas, de modo a acompanhar a evolução do Empreendimento. Recordo da importância de se criar este grupo de trabalho com o dado evidente de que, com a implementação destes empreendimentos, a população da Junta de Freguesia da Ameixoeira aumenta exponencialmente a sua população."

sexta-feira, setembro 15, 2006

O Forum Dos Empreendimentos

Boa tarde
Primeiro que tudo, quero afirmar que nunca fui utilizador de foruns, pelo que esta foi a minha primeira experiência no género. Este facto tem proporcionado alguns problemas no regular funcionamento do mesmo, pelo que admito que a administração e gestão do mesmo não tem decorrido da melhor maneira possível, em virtude do pouco conhecimento que possou sobre este ambiente virtual.
Nos últimos dias tenho analisado em pormenor o rumo que o Forum dos Empreendimentos das Galinheiras e Ameixoeira está a tomar, nomeadamente o perigo de descaracterização do mesmo face aos objectivos que levaram á sua criação.
Para além desta análise pessoal, a mensagem de um membro exterior à nossa comunidade (Paco...) continha elementos e informações (nomeadamente algumas críticas à minha acção como administrador do Forum que eu aceito como estando totalmente correctas) que me fizeram decidir por tomar algumas atitudes no que diz respeito ao Forum, no sentido de melhorar a sua qualidade e o seu sentido positivo para a comunidade.
Desta forma, cheguei a diversas conclusões :
- A partir desta data deixarei de colocar mensagens no Forum, excepto aquelas que possam decorrer da acção do administrador para assegurar o normal funcionamento do Forum, ou aquelas cujo teor, única e exclusivamente de carácter informativo e com sentido positivo, possam ter inequívoca utilidade para o tópico em questão.
- Tal não significa que abdique da minha capacidade e direito de intervenção no que diz respeito à comunidade, sendo que a partir deste momento intervirei única e exclusivamente no blog, como sempre o fiz.
- Alargar o âmbito da moderação do membro Patrícia Gaspar para todos os diversos sub-foruns, que, na minha opinião, tem demonstrado desde o início a capacidade e bom senso necessários para exercer em conformidade a sua função de moderação.
- No seguimento da auto-crítica que fiz, reconheço que a moderação dos foruns não tem conseguido, muitas vezes, aplicar convenientemente as regras estabelecidas. Desta forma, farei um esforço para que as mesmas sejam aplicadas de uma forma determinada, independentemente do membro em causa (incluíndo obviamente a minha pessoa), seja através do apagar ou bloqueio de tópicos e mensagens ou a sua simples edição. Solicito também um esforço acrescido da parte dos moderadores para esta realidade, tendo presente que ter-se-à sempre que justificar as acções a tomar, com carácter pedagógico.
- Tal não significa que os membros do Forum cujas mensagens sejam alvo da intervenção do administrador e/ou moderadores vejam qualquer forma de censura ou atitude negativa. A intervenção de todos é necessária e salutar, mas alguém tem que aplicar as regras necessárias num espaço de intervenção como é o Forum. Não gostaria de ver alguém a abandonar o Forum só porque a mensagem foi editada ou o tópico bloqueado. Mas se tal acontecer, este será o preço a pagar pela correcta utilização deste espaço virtual. Peço, portanto, compreensão a todos os membros em relação a esta realidade.
- Uma das regras que irá prevalecer a partir de agora no Forum será a impossibilidade de edição de mensagens. Nos casos em que tal ocorra, o moderador deverá avisar por MP o membro em questão, sendo que em caso de reincidência deverá ser banido. Nos casos em que o membro deseje acrescentar algum ponto ou fazer uma rectificação à mensagem, deverá criar uma nova mensagem com o texto final, indicando que é uma mensagem de edição e com a citação da mensagem a que pretende colocar alterações. Excepções a esta regra só depois de solicitadas por MP aos moderadores e administrador do Forum e autorizadas por estes, indicando o motivo das alterações.
- No que diz respeito aos sub foruns dos Classificados, a sua criação esteve ligada à ideia de criar um espaço no Forum onde os membros pudessem trocar/vender/dar/comprar (por ex. mobilias, maquinas domésticas, tampos de cozinha computadores, etc) e obter a indicação de prestação de serviços úteis para a comunidade, mas sempre de carácter não comercial!! Desta forma, irei apagar todos os tópicos e mensagens que não se integrem neste espírito dos foruns.
Por agora é tudo, sendo que todas as contribuições e sugestões para um melhor funcionamento do Forum são bem vindas

quarta-feira, agosto 02, 2006

A Loja do Condomínio

Como é do conhecimento de todos o folhetim Loja do Condomínio deve estar a terminar, com consequências nefastas para todos os condomínios entretanto constituídos.
Resumindo muito todo o processo, até porque mais abaixo neste post está toda a história contada, a Loja do Condomínio foi aceite pela maioria dos lotes dos Empreendimentos para proceder à gestão e limpeza do condomínio, sendo que foi a própria loja que conduziu o processo de marcação das reuniões, dado que estava mandata pela HSE para o efeito e já estava a gerir os imóveis até á sua entrega ao condomínio. Desde então nada foi feito pela Loja do Condomínio, nem o mais elementar que era a elaboração das actas das reuniões. Constata-se agora que a Loja do condomínio do Lumiar abdica de executar os serviços para a qual foi eleita, sem qualquer justificação.
Conforme já escrevi no forum, remeti um fax para a gestora da marca do franchising Loja do Condomínio a descrever o que se tem passado, e dando conta da revolta que todos sentimos pelo que tem sucedido.
Na minha opinião, todos os lotes deveriam remeter as suas reclamações para a gestora da marca (cujos contactos deixo no final do post), se bem que umas comunicações para a DECO e para a empresa certificadora da qualidade (já que, como o vizinho Sérgio Cardoso muito bem lembrou o Franchising Loja do Condomínio é uma empresa certificada) também deveriam ser ponderadas.
Deixo aqui a transcrição do fax:
"PARA
Franquiger - Gestão de Franquias, S.A.
Ao C/ Exmo Sr Paulo Antunes
3 Páginas
Lisboa, 02 de Agosto de 2006
Assunto: Comportamento intolerável da Loja do Condominio do Lumiar
Exmo Sr,
Tendo em consideração a ocorrência de situações absolutamente inaceitáveis por parte da Loja do Condominio do Lumiar, julgo ser premente que o Gestor do Franshising da marca "Loja do Condomínio" tome conhecimento dos factos em causa.
Sou proprietário de uma fracção no que foi denominado por Empreendimentos das Galinheiras e Ameixoeira. Resumidamente, tratam-se de 2 empreendimentos construídos pelo consórcio HSE, Lda na modalidade de construção a custos controlados, cuja venda foi efectuada em conjunto com a Câmara Municipal de Lisboa, destinada a jovens até aos 35 anos.
Estamos a falar, como V. Exa já percebeu, de empreendimentos construídos nos mesmos moldes (custos controlados) dos que são erigidos por dezenas de cooperativas por todo o país, e semelhante aos empreendimentos comercializados pela EPUL (nomeadamente o programa EPUL Jovem).
Para V. Exa ter uma ideia, os empreendimentos constam de 910 fracções e perto de 2 dezenas de lojas distribuidos por 22 Lotes.
Devo-lhe informar ainda que lhe remeto informações comprovadas e verdadeiras, sendo que não fui participante activo em nenhuma das situações. Sou no entanto residente no Empreendimento e julgo que todos estes factos merecem um tratamento adequado por parte da Gestão da marca.
Nos moldes definidos pela sociedade construtora/promotora dos Empreendimentos, os lotes foram geridos pela Loja do Condominio do Lumiar (LCL) até á constituição dos respectivos condomínios, sendo que, na reunião ordinária para constituição dos mesmos a LCL apresentou uma proposta para administração e limpeza dos respectivos lotes, que foi aprovada na sua maioria.
Era lógico e normal que, depois da reunião em que foi aprovada uma proposta apresentada pela LCL, existisse um acompanhamento efectivo por parte da empresa em relação à gestão e limpeza do condomínio, bem como desencadear os mecanismos necessários para contratualizar juridicamente a ligação efectiva à gestão do condomínio.
Quase dois meses decorridos desde as reuniões para formação do condomínio, a situação comum a todos os lotes que escolheram a LCL é caricata e tristemente negativa para a imagem da marca Loja do Condomínio:
As vistorias para entrega das partes comuns tem sido sucessivamente adiada pela LCL, em muitos dos lotes.
A limpeza dos lotes não tem sido efectuada, ou existe em moldes insuficientes para as necessidades dos lotes e com diferenças em relação ao que ficou definido na proposta apresentada pela LCL.
Que se tenha conhecimento, A LCL ainda não diligenciou qualquer tratamento burocrático do Condomínio, nomeadamente a constituição efectiva da pessoa colectiva, nem a abertura de contas bancárias.
Os condóminos continuam a desconhecer de que forma podem usufruir das vantagens enumeradas pela Loja do Condomínio, nomeadamente o acesso pela internet e formas de pagamento do condomínio
A LCL não remeteu qualquer contrato para ser assinado pelos moradores (ou seus representantes) para a gestão e limpeza dos Condomínios e, em muitos casos, nem sequer a acta da reunião foi providenciada para assinatura dos condóminos por parte da LCL.
As reuniões foram efectuadas em Junho (na sua maioria), sendo que a própria LCL informou os presentes de que até ao final desse mês o pagamento da gestão dos Lotes estava assegurado por parte do Construtor/promotor dos empreendimentos. No dia 27 de Julho os condóminos dos Lotes que aprovaram a LCL para os gerir receberam avisos de pagamento referente a 3 meses, ou seja, Junho, Julho e Agosto, contrariando o que tinha sido informado pela própria LCL.
Depois de diversos contactos por parte dos condóminos para a Loja do Condomínio do Lumiar, a estupefacção cresce perante diversas atitudes:
Informações contraditórias sobre a situação relativa aos pagamentos a efectuar à LCL
Referência a problemas internos derivado de uma anterior gerência (situação a que os condóminos são obviamente alheios)
Ao mesmo tempo referenciava aos condóminos que não se sentia capaz de gerir os condomínios, pelo que aconselhava os condóminos a se organizarem para escolherem uma nova forma de gestão do condominio (ou gestão própria ou outra empresa). Esta atitude é tão espantosa e inusitada que nem merece grandes comentários.
Foi referido ainda presencialmente, pelo menos em relação a dois representantes de um dos lotes, que as facturas que a LCL tinha enviado não eram para ser pagas, sendo que quem já tivesse liquidado as importâncias iria ser reembolsado das mesmas.
Julgo que todas estas situações são estranhas e inadmissíveis numa marca que é o maior franshising de gestão de condomínios no país.
Mas mais inadmíssivel ainda, e que julgo ser merecedor por parte da Loja do Condomínio do Lumiar e do Master Franshising de um pedido de desculpas a todos os moradores, é a forma como elementos da LCL se referem aos condóminos:
- Quando questionados sobre o facto de as limpezas não estarem a ser efectuadas com a regularidade necessária e prevista, a resposta é que "o tipo de pessoas que morava na aeixoeira e galinheiras era como dos bairros sociais e que por isso as limpezas demoravam mais tempo, e por isso não dava para fazer 1 vez por semana em todos".
- Quando dois representantes dos moradores se deslocam à LCL ouvem comentários em relação ao "tipo de pessoas que os moradores são".
- Quando um desses representantes, no seguimento da informação prestada pela própria LCL de que não iria fazer a gestão do seu lote, telefona para a LCL a solicitar as chaves que estão na sua posse, ouve, estupefacta, a senhora da LCL fazer um reparo à "condição socio-económica" das pessoas que ali viviam [nos empreendimentos] e que eles certamente não precisavam das chaves para nada".

Exmo Sr. Paulo Antunes, não querendo enveredar por qualquer tipo de segregação social ou xenofobismo, a verdade é que os condóminos são jovens que adquiriram as casas, oriundas de diversos extractos sociais, mas que têm em comum o facto de terem uma situação económico financeira estável e comprovada, necessária aliás para requerer empréstimo bancário. Dos vizinhos que conheço posso-lhe dizer que residem nos empreendimentos advogados, gestores, arquitectos, engenheiros, professores, funcionários públicos, economistas, empregados de escritório e empresários etc etc.
Eu próprio sou licenciado e exerço a profissão de bancário. Não fui eu que ouvi os comentários da Senhora da Loja do Condomínio do Lumiar, mas digo-lhe desde já que me sinto insultado e ultrajado, como todos os condóminos se sentem, em relação às atitudes da LCL.
Para concluir, devo-lhe informar que a LCL tinha a hipótese de, com um trabalho minimamente suficiente, ficar com a gestão do condomínio de 22 lotes. Neste momento, duvido que exista alguém que queira a Loja do Condomínio como gestora do seu lote. Estamos a falar de 910 fracções.
Mas falamos num universo mais alargado ainda, se levarmos em conta que todos os nossos familiares, amigos e colegas ficarão, com o tempo, certamente com uma imagem extremamente negativa da Loja do Condomínio. E não é o franshising do Lumiar que está em causa nesta imagem negativa, mas sim a Marca Loja do Condomínio, da qual eu, pessoalmente, até tinha uma excelente referência.
Peço desculpa pela extensão desta minha missiva, apesar de tudo reduzida, porque mais situações poderiam ser relatadas, mas julgo que entenderá certamente a revolta dos condóminos, bem como as marcas negativas que estes factos imputam à Loja do Condomínio
Devo-lhe dizer por último que este fax é uma participação pessoal da minha parte, e não envolve qualquer outra pessoa, sendo apenas a exposição de factos ocorridos e de que tomei conhecimento comprovado.
Com os melhores cumprimentos"



Contactos:

Franquiger - Gestão de Franquias, S.A.
Sr. Paulo Antunes
Sintra Business Park Edifício 1, 2B
2710-089 Sintra
Tel. 219 112 720
Fax. 219 112 729

Instituto Português da Qualidade:
Rua António Gião,
2829-513 CAPARICA

EIC - Empresa Internacional de Certificação

Tagus park - Núcleo Centr 237/9

2780-920 PORTO SALVO

Telefone: 214 220 640
Fax: 214 220 649

DECO:
R Artilharia 1 79,4º Lisboa
1269-160 LISBOA

segunda-feira, julho 17, 2006

Reportagem da SIC

Para quem não teve oportunidade de visionar a reportagem transmitida na passada Sexta-Feira (14.07.2006) no Jornal das 13 da SIC e repetida durante a tarde na SIC Notícias, aqui estão os links para a poderem ver, com os agradecimentos ao José Vicente:

http://rapidshare.de/files/25843874/Reportagem_SIC.mp4.html

http://www.youtube.com/watch?v=idT8GJYnjpY

quinta-feira, julho 13, 2006

Reportagem da SIC

Bom dia!!

Por iniciativa do nosso vizinho Carlos Ramalho, do martirizado lote 8 da Quinta do Grafanil, esteve presente no referido Lote uma equipa de reportagem da SIC.

Os temas abordados prenderam-se essencialmente com as questões de insegurança derivadas das soluções arquitectónicas dos edificios em banda (escadas abertas para o exterior; ausência de janelas nas casas das máquinas, entre outras questões), tendo como pano de fundo o acto de vandalismo praticado esta semana na porta de entrada do Lote 8.

Foram efectuadas diversas filmagens, e entrevistas ao Carlos Ramalho e à minha pessoa.

A reportagem, segundo indicação da jornalista, passará amanhã na SIC generalista no jornal das 13.00, com repetições na SIC Notícias durante tarde e, muito provavelmente no Jornal da Noite da SIC.

quinta-feira, junho 15, 2006

Reunião Loja do Condomínio/HSE

No seguimento de um post colocado no nosso Forum, relacionado com a ocorrência de uma futura reunião entre a Loja do Condomíno a HSE e a Câmara de Lisboa, relacionada com a possibilidade de se estudar o fecho das escadas dos prédios em banda e das laterais abertas para  exterios dos prédios em quarteirão, entrei em contacto com o Sr. Sérgio, da Loja do Condomínio, de modo a esclarecer este assunto.

 Desta forma, passo a transmitir as informações que me foram prestadas:
 - Está realmente agendada uma reunião entre a Loja do Condomínio e a HSE, mas sem a participação (pelo menos nesta fase) da Câmara de Lisboa.
 - O que se pretende debater na reunião, é a possibilidade de a HSE, tendo em consideração os gravíssimos problemas de segurança que as soluções arquitectónicas dos prédios apresentam, contribuir de alguma forma para a resolução destas situações.
- Desta forma, não existe de momento qualquer promessa ou resolução da parte da HSE. Existe, aparentemente, abertura para estudar o assunto.
- No seguimento da reunião, certamente que a Loja do Condomínio prestará os esclarecimentos devidos.

 Resumindo, pelo que me foi divulgado, a Loja do Condomínio vai expôr à HSE a situação e tentará sensibilizar os seus responsáveis para a conveniência de se obter uma solução satisfatória para ambas as partes. Essa solução poderá passar, por exemplo, pela contribuição financeira parcial da HSE na resolução destas situações. Mas, como afirmei, nada está decidido, portanto, todos os cenários estão em aberto.

 Assim que obtiver mais notícias sobre este assunto, que eu particularmente julgo ser de primordial importância para os habitantes da Quinta do Grafanil, darei aqui o devido destaque.

quinta-feira, junho 08, 2006

A Escritura

Caros amigos e amigas, este post é muito curto e prende-se apenas com uma pequena notícia muito pessoal..............

FINALMENTE JÁ FIZ A ESCRITURA!!

E, se tudo correr bem, no final de Junho já estamos a residir no Empreendimento

Abraços e beijinhos

terça-feira, maio 30, 2006

Os empreendimentos na Net

Boa noite
Não podia deixar de fazer uma referência a um post elogioso do Rodrigo Bastos sobre o nosso Blog e respectivo Forum.
Para quem não saiba, o Rodrigo mantém o Blog Condomínio da Torre (Alta de Lisboa), tendo também participado activamente, até há pouco tempo, no blog Viver Bem na Alta de Lisboa.
É uma pessoa que tem usado, tal como nós, o direito da cidadania, relativamente às questões que o rodeiam.
Pelos comentários deixados no nosso Blog e pelos emails trocados, sei que o Rodrigo é um visitante assíduo, desde o início, deste espaço.
Convido todos a visitar e participarem no seu blog.
Um muito obrigado ao Rodrigo pelo espaço e elogios que nos dedicou, que são recíprocos.

Alterações ao Forum

Efectuei algumas mudanças ao Forum.

Em primeiro lugar, a partir de agora, só quem esteja registado é que pode interagir no Forum, sendo que os visitantes apenas podem visualiza-lo.

Por outro lado, e dado que manifestamente isto está-se a tornar um pouco pesado demais para mim, criei alguns moderadores, com base na contribuição até agora efectuada no Forum, a saber:

- Sara Madeira e Pedro Nogueira nos seguintes foruns: ANTIGO FORUM DOS EMPREENDIMENTOS DAS GALINHEIRAS E AMEIXOEIRA ; Forum da Quinta do Grafanil (Empreendimento das Galinheiras) ; Os Empreendimentos - Questões e Problemas Comuns ; Quinta do Grafanil, Lote 3.
- Jose Vicente e Patrícia Gaspar nos seguintes foruns: ANTIGO FORUM DOS EMPREENDIMENTOS DAS GALINHEIRAS E AMEIXOEIRA ; Forum do Empreendimento da Ameixoeira ; Os Empreendimentos - Questões e Problemas Comuns; e nos foruns dos condominios da Rua Fernando Gusmão.
Meus companheiros de guerra, com o mandato conferido pela minha pessoa a mim mesmo, armo-vos Cavaleiros do Forum!!
Mais a sério, qualquer sugestão em relação ao Forum ou ao blog, mandem-me um email, por favor.

segunda-feira, maio 29, 2006

Respostas da CML - A teoria da desresponsabilização!!

Ora boas noites a todos os leitores e futuros vizinhos!!
Recebi da Câmara Municipal de Lisboa dois emails como resposta a outras tantas inquirições que efectuei!!
Foram tão rápidas, mas tão rápidas, que eu já quase nem me lembrava do que tinha questionado!! Vergonhoso, no mínimo!!
Bem, de qualquer forma, aqui vai:
Em relação ao primeiro email, tratou-se de uma queixa que formalizei em 27 de Março de 2006 (vá lá, a resposta ainda veio no mesmo ano!!), sobre a falta de manutenção dos espaços verdes dos empreendimentos. Aqui vai o texto:

"Exmo Sr.
Em resposta ao seu Email de 27/03/06, informamos que os espaços verdes a que se refere nunca estiveram abandonados.
Foram mantidos pela HSE até 31/03/06, data em que se procedeu à sua recepção e a GEBALIS tomou a seu cargo a manuntenção ao abrigo de um protocolo acordado entre vereadores.
A GEBALIS fará a manutenção destes espaços até 31 de Março de 2007.
Com os melhores cumprimentos,

O Chefe de Divisão

Ana Júlia Francisco"
Portanto, pessoal, tudo a contactar a GEBALIS, que, como sabem, tem o site para reformulação hà largos meses! Vou tentar obter contactos pessoais e telefónicos, que depois coloco aqui no blog!!
De qualquer forma, não será pior também denunciar esta situação de abandono dos espaços verdes junto do vereador competente, António Proa, que tem um blog. Carreguem aqui para o email do vereador.
O outro email prende-se com as lojas dos empreendimentos, e cuja notícia do envio do email pode ser encontrado aqui.
A CML respondeu, como sempre, lavando as mãos da situação de uma forma absolutamente obscena. Já não tenho palavras para qualificar o comportamento da CML neste processo. Aqui vai o texto do email recebido da Câmara:

"Bom Dia,
Para esclarecimentos mais detalhados da questão que nos coloca, poderá contactar:
- HSE Rua Barbosa du Bocage, nº 113
Telefone: 217810500 (Drª. Lourdes Soares)
Agradecemos o seu e-mail e informamos que estamos sempre ao seu dispor para quaisquer esclarecimentos, e aproveitamos para informar que para futuros contactos com o Centro de Atendimento ao Munícipe, poderá indicar a sua referência (ID munícipe nº 71756) que nos permitirá aceder à sua ficha de munícipe e aceder ao seu histórico, possibilitando um atendimento mais célere e personalizado.

Com os melhores cumprimentos
A técnica,
Sandra Antunes ----------------------------------------------------------------------- Departamento Municipal de Serviços Centrais Divisão de Informação e Atendimento - Centro de Atendimento ao Munícipe Rua Lúcio de Azevedo, 12 A - 1600-148 Lisboa Telefone: 808 20 32 32 * Fax: 808 20 31 31"
Bem........... adivinharam........ Vamos todos telefonar para a HSE a perguntar sobre as lojas????
De qualquer forma, relembro que enviei o email sobre as lojas para a vereadora e para o presidente da CML, que nem um email a confirmar a recepção me enviaram!!!
Força!! Unidos teremos sempre mais força!!

segunda-feira, maio 22, 2006

Os Empreendimentos e a qualidade de construção

Boa noite
Tenho observado com atenção o forum e sigo atentamente todos os tópicos que se vão desenvolvendo. Alguns deles merecem-me atenção especial, que pretendo desenvolver aqui no blog, logo que tenha o tempo suficiente.
Como aqueles que acompanham o blog sabem, ainda não efectuei a escritura da casa (e respectivos acessórios), pelo que não tenho a vivência diária para poder escrever sobre determinados assuntos convenientemente.
Deixo para todos os vizinhos que moram no empreendimento essa função, através do forum, ou através de emails que me pretendam remeter, bem como à Sara, que tem acesso ao blog.
Todavia, existe um ponto que julgo ser necessário ponderar com algum critério. Mais do que a minha opinião pessoal, que eu não posso transmitir por ainda não ter acesso à minha futura casa, é um pequeno contributo para a discussão da qualidade de construção dos empreendimentos.
Como todos nós sabemos, os empreendimentos foram construídos em regime de habitação a custos controlados, o que significa basicamente que se pretende, com este regime, a construção de habitações a um preço abaixo do seu real valor de mercado, em virtude de existir um apoio do INH (Instituto Nacional da Habitação), bem como a venda e/ou permuta de terrenos que, de outra forma, seriam um peso exorbitante para o valor final da habitação.
Exactamente em virtude desta situação, este tipo de habitações é onerado com a impossibilidade da venda durante cinco anos, contados a partir da data da escritura, de modo a impedir a especulação imobiliária imediata, visto que a ideia da habitação a custos controlados é a promoção da habitação junto de camadas sociais que, noutras situações, não teriam possibilidade de adquirir um imóvel em determinadas zonas geográficas.
É evidente então que, este tipo de construção, não se enquadra com acabamentos de luxo nem com uma ideia de exploração comercial idêntica à normalmente praticada no mercado habitacional.
A qualidade de construção dos nossos empreendimentos só poderá ser avaliada, em primeiro lugar, pelos seus habitantes, nos quais eu, por enquanto (e espero por muito pouco tempo) não me incluo. Todavia, alguns amigos meus, com alguma experiência na construção civil, que foram visitar o imóvel enquanto este ainda estava em construção, referiram-me que, aparentemente, a qualidade da construção estava salvaguardada.
Bem como, quando falo de qualidade de construção, não me refiro aos erros gritantes do projecto de arquitectura, como por exemplo aqueles que provocam as graves questões de insegurança dos prédios em banda das Galinheiras.
Todavia, temos de tentar inserir os diversos aspectos negativos no plano da construção civil geral do nosso país.
Em relação a este aspecto posso falar de diversos exemplos que recolhi ao longo dos anos:
- A minha mãe reside num andar arrendado em Lisboa, inserido num prédio de construção antiga, que foi remodelado no ano passado. Ao lado do prédio da minha mãe foi construído um prédio, hà cerca de 10 anos, de habitação de luxo. A minha mãe, em inúmeras ocasiões, ouve perfeitamente as vizinhas do referido prédio de luxo a falar, ou a usar a casa de banho.
- No prédio onde habito actualmente, que tem cerca de 10 anos, e que diversas pessoas já consideraram como tendo uma boa qualidade de construção, ouço perfeitamente o vizinho de cima a passear em casa, tomar banho, a falar, já para não falar de quando estou deitado e acordo sobressaltado com pessoas a sussurrar no passeio (moro num R/c).
- Em relação aos nossos empreendimentos não estou, como acima referi, habilitado falar. Contudo, não queria deixar de colocar aqui um artigo do Pedro, do blog Viver Bem na Alta de Lisboa, que julgo elucidativo. Em primeiro lugar porque se trata de um tipo de habitação bastante mais dispendiosa do que a nossa. Em segundo lugar porque, somos praticamente vizinhos na mesma área de influência.
Espero que os membros do referido Blog, cuja leitura aconselho vivamente, me perdoem esta cópia!
" Sexta-feira, Fevereiro 10, 2006

Qualidade
Dos muitos comentários que o último post suscitou, fiquei com a ideia de que uma das principais razões - se não a principal - que levaram as pessoas a querer vir habitar a Alta foi a da qualidade. Qualidade do espaço urbano (sim, aceito que, pelo menos no projectado, ela é inegável), qualidade do espaço habitacional.
E volto a repetir a pergunta que fiz então: têm a certeza da qualidade da "qualidade" do espaço habitacional?
Tenho tido, no decorrer da minha actividade profissional, a oportunidade de conhecer com algum detalhe a actividade imobiliária em alguns países - tanto no que se refere às definições de construção como aos diversos produtos imobiliários disponibilizados em relação à gama de preços. E cheguei a duas convicções: em Portugal, o que é considerado o supra-sumo da qualidade - o "luxo" - é poeira para os olhos de quem tem muito dinheiro para gastar e poucas exigências para viver; a relação preço/qualidade de construção (mensurável fisicamente) é altamente deficitária.
O que é considerado luxuoso nos outros países não existe em Portugal e, inversamente, o que é considerado "de luxo" em Portugal não valeria dois caracois em mercados mais exigentes.
Por outro lado, pagam-se como excepcionais, características que são consideradas quase corriqueiras noutros países.
Porque é que se valoriza tanto um sistema de condicionamento térmico quando até já há legislação que impõe capacidades mínimas de inércia térmica aos edifícios que - a ser efectivamente seguida - quase o tornariam dispensável? E porque é que vidros duplos, caixas de ar revestidas com isolamento térmico e acústico, pavimentos flutuantes são referidos como excepções a ser devidamente realçadas? O facto da estrutura ser em betão ou os prédios terem elevador ou canalização de gás é-o?
Acresce que, o facto de existirem estes componentes não assegura que o funcionamento dessas infra-estruturas seja o desejado. Em Portugal constroi-se cada vez mais desleixadamente.
E para que não venham já dizer que estou a exagerar pergunto-vos: nas vossas casas novas da Alta já tiveram ocasião de apreciar as qualidades vocais de um dos vossos vizinhos (de cima, de baixo, do lado)? as conversas no átrio do vosso piso? o levantar voo de um avião na Portela (tudo isto evidentemente de portas e janelas fechadas)? Já tiveram de ir a correr aumentar o fluxo de ar ou de água quente no sistema de aquecimento ambiente porque, ao amanhecer, sentiram especial relutância em circular de pijama pela casa? E num outro plano, nunca terão ido em desespero pedir encarecidamente ao vizinho de baixo para desligar a lareira porque o ar na vossa sala se aproximava rapidamente do irrespirável? Nunca descobriram com surpresa uma preocupante ausência de ligação do esquentador à conduta de evacuação de ar da cozinha? Ou sentiram uma zoada nos ouvidos devida ao barulho do exaustor automático da cozinha...? Nunca tiveram as portas completamente arruinadas devido às infiltrações de água vindas do andar de cima porque, devido à inexistência de um tubo de fuga, a água acumulada na varanda acabou por inundar todo o apartamento? OU - caricatura das caricaturas - acharam que era um exagero de salubridade usar-se água quente no autoclismo?
Não, não estou a inventar. Tudo isto são casos passados em casa de amigos e, à excepção de um, todos em edifícios do admirável sítio novo... É que se constroi mesmo com duas mãos esquerdas em Portugal."

sexta-feira, maio 19, 2006

Forum dos Empreendimentos

Bom dia!!
Tendo em consideração de estarmos numa fase de constituição de condomínios (existindo inclusivé alguns já formados, pelo menos na zona da Rua Fernando Gusmão), criei 2 novas categorias no forum.
Desta forma, passa a existir uma categoria para os condomínios da Quinta do Grafanil e outra para a Rua Fernando Gusmão, de modo a criar foruns especificos para cada um dos condomínios já formados.
É minha ideia, com esta acção, criar um espaço no fórum onde os condóminos possam tratar de assuntos que são do exclusivo interesse de um determinado condomínio, sem prejuízo de poderem continuar a escrever nos outros foruns, bem como partilhar alguma situação do condomínio que considerem relevante para a comunidade.
Desta forma, solicito aos vizinhos que me informem por email a numeração dos Lotes cujo condomínio seja formado, de modo a criar o respectivo forum.
Para arranque desta categoria já criei foruns, um relativo á Quinta do Grafanil (que ainda não tem condomínio formado) e outros relativos à Rua Fernando Gusmão que, segundo verifiquei no forum, já se encontram formados.

sexta-feira, maio 12, 2006

Forum do Blog

Bom dia!!

Pois é, o sucesso do forum é de tal forma, que está quase a atingir a sua capacidade máxima (250 posts, incluíndo respostas).

Desta forma, criei um novo forum, desta vez sem qualquer limite de utilização (pelo menos é o que anunciam).

Continuem a utilizar esta ferramenta extremamemente útil, e se existirem questões ainda em aberto do forum antigo, coloquem um novo post no forum agora criado para continuar com o debate.


Cliquem AQUI para entrar, ou no link na parte lateral!

quinta-feira, maio 11, 2006

Automatização dos Portões

A nossa vizinha Sara M., uma das que mais participam no fórum e mais activas na procura de soluções para os problemas relacionados com o empreendimento, colocou um post no fórum sobre a automatização dos portões do empreendimento das galinheiras.
Dada a extrema importância do assunto, que nos oferece uma ideia bastante aproximada em relação aos custos de instalação (que são, penso eu, uma agradável surpresa), decidi colocar essa informação no blog.
Penso que, em virtude do descrito, e tendo em atenção as questões de segurança inerentes a facto de os portões não serem automáticos, será fácil estabelecer um consenso entre os vizinhos para a adopção da medida de automatização dos mesmos.

“Meus caros vizinhos...

Hoje resolvi fazer um teste e ligar para uma empresa de automatismo de Portões que fica em Porto Salvo, que conhece muito bem o nosso empreendimento, e até se disponibilizou ir lá ver sem qualquer compromisso
:)

Como eu nao me recordo... confesso... se existe espaço em cima, para fundir os portões para que estes passem a abrir para cima, o senhor deu me os preços por alto, para duas hipóteses... que me deixou contente ..Ele nao viu, portanto nao pode dar orçamento certo

A ideia é colocar o automatismo com sensor, para ao fim de 30 segundos se ninguem passar a porta voltar a fechar....para este tipo de automatismo...
os preços são:

- Se o Portão abrir para cima fica em cerca de 450€ cada portão.
- Se o Portão abrir as portas uma para cada lado, fica em cerca de 650 €

Os comandos como teem de ter botões duplos, derivado ao facto de termos dois portões ( Entrada e Saída ) -Se encomendarmos até 5 ou 10, fica em 40€ cada -Se encomendarmos muitos, fica em 30€ Cada

ou seja... no meu lote existem 74 lugares de Garagem, fica a cada um o automatismo.
Portão a Abrir p cima: 12.16 € (1 lugar de Garagem)
24.32 € ( 2 Lugares de Garagem)
Portão a Abrir p Lados: 17.57 € ( 1 Lugar de Garagem )
35.14 € ( 2 Lugares de Garagem)

E os comandos fica ao criterio de cada um... quantos quer... eu só tenho um lugar de Garagem, mas quero dois comandos... ou seja.. dependendo do Portão, ou fica tudo em 72.16 € ou 77.57 € .... acho em conta


Mais uma vez agradeço à Sara a sua inestimável colaboração!!

Meios de transporte - O Metropolitano

Recebi um email do vizinho António Castro que contém uma resposta do Metro de Lisboa a um email por si remetido, que passo a transcrever

" Ex.mo. Senhor
Acusamos a recepção do seu e-mail, ao qual dedicámos a nossa melhor atenção.
O traçado da Linha Amarela Campo Grande / Odivelas foi definido tendo em conta vários condicionalismos, foi alvo de um estudo complexo e contou com a participação de várias entidades como a Câmara Municipal de Lisboa e a então Comissão Instaladora do Município de Odivelas. Estas entidades foram intervenientes no que diz respeito ao processo de aprovação do traçado e localização das futuras estações, visando corrigir as deficientes condições de acessibilidade a Lisboa da região de Loures.
Assim, após a concordância das entidade acima mencionadas, foram criadas as condições para a construção da extensão Campo Grande / Odivelas compreendendo as estações Quinta das Conchas, Lumiar, Ameixoeira, Senhor Roubado e Odivelas, tendo sempre presente que serão tomadas as acções necessárias para coordenar a rede de transportes colectivos e organizar interfaces junto das estações de modo a garantir a intermodalidade do sistema de transportes. Podemos, todavia, adiantar que a possibilidade de construção da futura estação Quinta das Lavadeiras (junto à Calçada de Carriche), não está de todo excluída, o Metropolitano de Lisboa deixou acautelada a construção desta estação no projecto da extensão da Linha Amarela até Odivelas, sem que nada esteja decidido até ao momento. A sua construção
está de momento suspensa, não existindo mais informações sobre este assunto.
Com os melhores cumprimentos,
André Peres"
Agradeço a atenção do vizinho em me remeter o email, devendo este ser um exemplo a seguir por todos, no sentido de obtermos os esclarecimentos devidos para as diversas situações que tenham a ver com o noss bairro.